Lire l'entretien complet: Pierre Bourdieu, Entrevista de Martín Granovsky; LA GLOBALIZACIÓN SEGÚN BORDIEU, en Pagina 12, Buenos Aires, 10 junio 2001."–¿En qué perjudica la mundialización?
–Hace muchos años dijeron que yo exageraba porque expliqué en una conferencia que si continuaban practicando la agricultura actual desaparecerían las diferencias. Borgoña sería lo mismo que Bordeaux, y hasta los vinos terminarían pareciéndose.
–¿Cómo sucedería eso?–Por la destrucción de la capa superficial de la tierra. Bueno, resulta que eso empezó a pasar. La gente pregunta: ¿ahora qué hacemos? Les contesto: reconstruyamos el suelo, pongamos gusanos.
–¿Por qué le interesa tanto mantener las diferencias?
–Porque sería una lástima perderlas.
–¿Por qué un francés debería preocuparse tanto como usted de conservar las diferencias entre Borgoña y Bordeaux?
–Porque en la diferencia está el gusto. A más diferencia, más gusto. ¿Acaso a alguien le gusta comer un solo tipo de manzana?
–Usted dice que presentar la mundialización como algo fatal es un acto deliberado. ¿Cómo podría generarse una oposición a los efectos más dañinos de la mundialización? ¿Quiénes deberían empezar?
–Los que se den cuenta de los costos escondidos de la ganancia maximizada. Antes en los Estados Unidos decían: “Lo que es bueno para Ford, es bueno para los norteamericanos”. Ahora en todo el mundo se dice: “Lo que es bueno para la economía es bueno para todos”. Y no es así. No hay provecho para todos."
« Je pense que les peuples ont pris conscience du fait qu’ils avaient des intérêts communs et qu’il y avait des intérêts planétaires qui sont liés à l’existence de la terre, des intérêts que l’on pourrait appeler cosmologiques, dans la mesure où ils concernent le monde dans son ensemble ». Pierre Bourdieu (1992)
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samedi 16 mars 2019
Bourdieu: "Hace muchos años dijeron que yo exageraba porque expliqué en una conferencia que si continuaban practicando la agricultura actual desaparecerían las diferencias. Borgoña sería lo mismo que Bordeaux, y hasta los vinos terminarían pareciéndose." (Entrevista de Martín Granovsky; en Pagina 12, Buenos Aires, 10 junio 2001)
vendredi 29 janvier 2016
écouter: Saskia Sassen, Expulsions. Brutalité et complexité dans l'économie globale
La Grande table (2ème partie) par Caroline Broué, 27.01.2016
Saskia Sassen
Expulsions
Brutalité et complexité dans l'économie globale
Gallimard
NRF Essais
2016
Extrait
Présentation de l'éditeur
Trad. de l'anglais (États-Unis) par Pierre Guglielmina
Expulsions? Entre autres exemples, ce sont neuf millions de familles
américaines chassées de leur foyer par la saisie de leur maison suite à
la transformation de leur crédit d’accession à la propriété en produits
financiers à haut risque ; ces millions d’Européens ou d'Américains du
Sud exclus de leur travail suite aux plans d’austérité imposés par des
institutions internationales ; ces millions d’éleveurs ou de
cultivateurs expulsés de leurs terres parce que leur État les a vendues à
un autre afin que celui-ci puisse développer les productions
nécessaires à l’alimentation de ses classes moyennes ; ce sont ces gaz à
effet de serre que les puissances industrielles et productivistes
libèrent à chaque instant ou bien encore ces nappes phréatiques
asséchées par les procédés ravageurs d’extraction du gaz de schiste.
Nombre
de spécialistes, aveuglés par la complexité, verront dans cette
énumération des mots en laisse. Faisant fi des frontières comme de nos
catégories impuissantes désormais à penser le monde que nous faisons
(Nord contre Sud ; riches contre pauvres ; mauvais usage de la
technologie ou pathologies dérivées de la financiarisation affolée de
l’économie, etc.), Saskia Sassen montre que derrière cette apparente
diversité s’opère une terrible convergence : la violence désormais
ordinaire du capitalisme à son stade global s'explique par un modèle, un
concept – celui d’expulsion.
C’est ainsi qu’il convient de nommer la logique qui préside à l’économie globalisée.
Saskia Sassen, sociologue de renommée internationale, spécialiste de la
Ville globale et des rapports entre territoire et souveraineté, est
notamment l'auteur de la globalisation. Une sociologie, coll. NRF
essais, 2009
vendredi 15 août 2014
Estratégias educativas das elites brasileiras na era da globalização, Afrânio Garcia, Leticia Canêdo, Kimi Tomizaki
Estratégias educativas das elites brasileiras na era da globalização
Afrânio Garcia
Leticia Canêdo
Kimi Tomizaki
organizadores
HUCITEC/FAPESP
2013
Présentation de l'éditeur
SUMÁRIO
Parte I - Espaços de poderes nacionais, espaços de poderes internacionais: estratégias cosmopolitas e reprodução das hierarquias sociais
Yves Dezalay & Mikael Rask Madsen
Capítulo 1 - Herdeiros, militantes, cientistas políticos: socialização e politização dos grupos dirigentes no Brasil(1964-2010)
Letícia Canêdo
Capítulo 2 - Internacionalismo operário e socialização política de dirigentes sindicais
Kimi Tomizaki
Capítulo 3 - Agência de publicidade como escola: adesão ao “sonho americano”
José Carlos Durand
Capítulo 4 - O espaço jurídico brasileiro e as condições de uso do capital internacional
Fabiano Engelman
Capítulo 5 - José Olympio, a arte da amizade, campo de poder e publicação de livros autenticamente brasileiros
Gustavo Sorá
Parte II - Vantagens e armadilhas do atraso. Estudos internacionais e recomposição das elites dirigentes no Brasil em perspectiva comparada
Afrânio Garcia
Capítulo 1 - Anísio Teixeira, Paulo Renato: circulação interna- cionae carreiras políticas
Ana Maria Almeida & Águeda Bittencourt
Capítulo 2 - Os professores de ensino superior como posição social: segmentação interna e relações com os centros internacionais
Odaci Coradini
Capítulo 3 - Intercâmbios científicos Brasil-Africa: quem aprende o que?
Neusa Gusmão
Capítulo 4 - Recomposição do episcopado brasileiro e a autoridade de Roma
Ernesto Seidl
Capítulo 5 - A institucionalização da pós-graduação e internacionalização dos debates em filosofia no Brasil
Daniela Ferreira
Capítulo 6 - Mobilidade internacional em direção à França: dados objetivos e experiência existencial
Marie-Claude Munoz
Afrânio Garcia
Leticia Canêdo
Kimi Tomizaki
organizadores
HUCITEC/FAPESP
2013
Présentation de l'éditeur
A educação é uma área intrinsecamente interdisciplinar e envolve dada
sua natureza, dimensões teóricas e aplicadas. A produção escrita nesse
campo
tem sido volumosa e diversificada, oferecendo ao educador e ao leitor
interessado varias possibilidades de reflexão e ferramentas para a ação
educativa. A presente coleção considera educação essencialmente como
prática cultural constitutiva do desenvolvimento humano. Com base no
pressuposto
de que em todos os grupos culturais e em todas as etapas de sua vida o
ser humano, sempre em desenvolvimento, está submetido a processos
educativos,
privilegia-se, aqui, a educação como ação que promove desenvolvimento em
uma multiplicidade de cenários educativos possíveis, entre os quais
está a
escola.
SUMÁRIO
Parte I - Espaços de poderes nacionais, espaços de poderes internacionais: estratégias cosmopolitas e reprodução das hierarquias sociais
Yves Dezalay & Mikael Rask Madsen
Capítulo 1 - Herdeiros, militantes, cientistas políticos: socialização e politização dos grupos dirigentes no Brasil(1964-2010)
Letícia Canêdo
Capítulo 2 - Internacionalismo operário e socialização política de dirigentes sindicais
Kimi Tomizaki
Capítulo 3 - Agência de publicidade como escola: adesão ao “sonho americano”
José Carlos Durand
Capítulo 4 - O espaço jurídico brasileiro e as condições de uso do capital internacional
Fabiano Engelman
Capítulo 5 - José Olympio, a arte da amizade, campo de poder e publicação de livros autenticamente brasileiros
Gustavo Sorá
Parte II - Vantagens e armadilhas do atraso. Estudos internacionais e recomposição das elites dirigentes no Brasil em perspectiva comparada
Afrânio Garcia
Capítulo 1 - Anísio Teixeira, Paulo Renato: circulação interna- cionae carreiras políticas
Ana Maria Almeida & Águeda Bittencourt
Capítulo 2 - Os professores de ensino superior como posição social: segmentação interna e relações com os centros internacionais
Odaci Coradini
Capítulo 3 - Intercâmbios científicos Brasil-Africa: quem aprende o que?
Neusa Gusmão
Capítulo 4 - Recomposição do episcopado brasileiro e a autoridade de Roma
Ernesto Seidl
Capítulo 5 - A institucionalização da pós-graduação e internacionalização dos debates em filosofia no Brasil
Daniela Ferreira
Capítulo 6 - Mobilidade internacional em direção à França: dados objetivos e experiência existencial
Marie-Claude Munoz
lundi 17 mars 2014
lundi 25 mars 2013
écouter: Romain Bertrand et Alain Caillé, à propos du livre collectif "Le tournant global des sciences sociales"
écouter: Romain Bertrand et Alain Caillé, à propos du livre collectif "Le tournant global des sciences sociales" , sous la direction de Stéphane Dufoix & Alain Caillé, La Découverte, 2013
La suite dans les idées par Sylvain Boumeau, 09.03.2013
La suite dans les idées par Sylvain Boumeau, 09.03.2013
samedi 16 février 2013
écouter: Catherine Colliot-Thélène, La démocratie à l’épreuve de la globalisation
écouter: La démocratie à l’épreuve de la globalisation, Catherine Colliot-Thélène, Professeur de philosophie, Université de Rennes
Séminaire 2012-2013, La démocratie cosmopolitique : Recherches et débats
Collège de France, 13.02.2013
Séminaire 2012-2013, La démocratie cosmopolitique : Recherches et débats
Collège de France, 13.02.2013
lundi 4 février 2013
Michael Mann The Sources of Social Power. Volume: 3 Global Empires and Revolution, 1890–1945. Volume: 4 Globalizations, 1945–2011
The Sources of Social Power
Volume: 3 Global Empires and Revolution, 1890–1945
Cambridge University Press
2012
Distinguishing four sources of power – ideological, economic, military
and political – this series traces their interrelations throughout human
history. This third volume of Michael Mann's analytical history of
social power begins with nineteenth-century global empires and continues
with a global history of the twentieth century up to 1945. Mann focuses
on the interrelated development of capitalism, nation-states and
empires. Volume 3 discusses the 'Great Divergence' between the fortunes
of the West and the rest of the world; the self-destruction of European
and Japanese power in two world wars; the Great Depression; the rise of
American and Soviet power; the rivalry between capitalism, socialism and
fascism; and the triumph of a reformed and democratic capitalism.
The Sources of Social Power
Volume: 4 Globalizations, 1945–2011
Cambridge University Press
2013
Distinguishing four sources of power – ideological, economic, military
and political – this series traces their interrelations throughout human
history. This fourth volume covers the period from 1945 to the present,
focusing on the three major pillars of post-war global order:
capitalism, the nation-state system and the sole remaining empire of the
world, the United States. In the course of this period, capitalism,
nation-states and empires interacted with one another and were
transformed. Mann's key argument is that globalization is not just a
single process, because there are globalizations of all four sources of
social power, each of which has a different rhythm of development.
Topics include the rise and beginnings of decline of the American
Empire, the fall or transformation of communism (respectively, the
Soviet Union and China), the shift from neo-Keynesianism to
neoliberalism, and the three great crises emerging in this period –
nuclear weapons, the great recession and climate change.
mardi 21 décembre 2010
videos: Saskia Sassen
video: Saskia Sassen, Congrès Marx International VI : Crises, révoltes, utopies, 22.09.2010
conférence de Saskia Sassen "La ville globale aujourd'hui : un tiers-espace, ni national, ni global" avec Bruno Fortier, Centre Pompidou, 20 mai 2009
Entretien avec Saskia Sassen 1 – Mediapart, Mars 2009

conférence de Saskia Sassen "La ville globale aujourd'hui : un tiers-espace, ni national, ni global" avec Bruno Fortier, Centre Pompidou, 20 mai 2009
Entretien avec Saskia Sassen 1 – Mediapart, Mars 2009
Entretien avec Saskia Sassen 2 – Mediapart
Entretien avec Saskia Sassen 3 – Mediapart
Entretien avec Saskia Sassen 4 – Mediapart

mardi 4 mai 2010
rapport: Gisèle Sapiro (dir.), Les échanges littéraires entre Paris et New York à l’ère de la globalisation

Gisèle Sapiro (dir.)
Les échanges littéraires entre Paris et New York à l’ère de la globalisation
Etude Paris - New York - Paris [pdf - 1,5 M.o.]
Synthèse de l’étude Paris - New York - Paris [pdf - 1,5 M.o.]
Rapport de recherche : Centre européen de sociologie et de science politique/L'observatoire du livre et l'écrit en Ile-de-France (Le Motif)
Cette enquête a été réalisée par Gisèle Sapiro
Avec la collaboration de :
Cécile Balayer (doctorante EHESS-CSE, attachée de recherche)
Mauricio Bustamante (doctorant EHESS-CSE, attaché de recherche)
Kathryn Kleppinger (doctorante NYU-IFS, invitée à l’ENS)
Libellés :
Balayer,
Bustamante,
Centre européen de sociologie et de science politique,
échanges,
globalisation,
Kleppinger,
Le Motif,
littérature,
New York,
Paris,
Sapiro
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